Fragmentos de uma alma que busca aprender com tempo.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012



TAKE A LOOK...

Uma ótima reportagem sobre a aplicação da tecnologia em sala de aula em favor de uma educação eficiente.

Vale a pena dar uma olhada!



http://porvir.org/porpensar/cerebros-portateis-seu-potencial-de-mudar-educacao/20121109

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Foi isso que saiu de uma aula de Introdução às Ciências Sociais

Depois da leitura do texto disponível no link abaixo, o resultado é o que segue abaixo... rsrsrsrsrsrs

http://comunicacaoeesporte.files.wordpress.com/2011/03/nacirema.pdf



O ritual de acasalamento da tribo dos Acorica

A tribo dos Acorica, que teve sua cultura proliferada por todo um território, tem sua localização impossível de demarcar. Entretanto, podemos marcá-la no mapa entre os trópicos de câncer e capricórnio. Essa tribo tem como seu maior ritual o de acasalamento: o ápice desse ritual acontece no período da colheita das frutas, onde são feitos sacrifícios para os deuses que personificam animais, como o tigre e o cachorro.
Antes da celebração existe o rito de preparação, homens e mulheres da tribo saem de suas moradias que podem ser das mais variadas possíveis, em busca de adornos, que os ajudarão a chamar a atenção dos indivíduos do sexo oposto. As mulheres se vestem de forma a facilitar o contato com os homens prováveis à aproximação, as vestes ritualísticas caracterizam-se por pequenas tiras de tecidos variados, envoltos no quadril e no busto; as demais regiões do corpo são cobertas com materiais de propriedade brilhante. Elas têm grande apreço por seus cabelos, pois acham que deles advém à força, suas unhas também apresentam grande comprimento e são cuidadosamente pintadas com cores fortes e chamativas. Seus pés são ornados com calçados que contem elevações que podem variar em formatos, como as plataformas, meia-patas e salto agulha. Seus rostos são pintados também com cores fortes... Isso tudo para agradar os prováveis parceiros.
Estes últimos também têm vestes especiais para a celebração. Estas cobrem mais o corpo: calçados de alto valor, geralmente adquiridos de forma ilícita, já demonstrando sua tentativa de demarcação de território, usam também adornos brilhantes, correntes enormes em volta do pescoço e dos braços, ornamentos para cabeça que apresentam aba reta, os tecidos, ao contrário das mulheres, são usados em demasia e dispostos em duas peças: uma que cobre o tronco e outra abaixo da cintura, nunca se esquecendo de mostrar a parte interna das vestes.
Além dos homens e mulheres, indivíduos de espírito invertido são bem vindos à celebração, adorando um deus diferente, que é a personificação de uma lacraia. Entre eles também acontece um ritual semelhante ao acasalamento, entretanto enquanto para os homens e mulheres o objetivo principal do ritual é a procriação, esses indivíduos tem o propósito de ter uma experiência mística.
A diferenciação da tribo acontece pela posse de bens, com ênfase em meios que facilitam a locomoção e também com armas para sua suposta proteção.  Quanto mais posses, maiores as chances de atrair a parceira. A iniciação aos ritos da tribo acontecem cada vez mais cedo, através de ávida necessidade de procriação e de alcançar experiências místicas. O linguajar da tribo não muda durante a celebração, ele é composto por palavras metafóricas presentes no dia-a-dia dos indivíduos.
A celebração inicia-se com a apresentação do sacerdote, que começa a entoar cantos ritualísticos seguidos pelos restantes dos membros, incitando as beberagens e estimulando as danças, que são o ponto alto da festa: as mulheres geralmente contorcem-se até o chão, em uma espécie de êxtase, enquanto os homens servem de apoio e com isso, se ocorrer compatibilidade entre os parceiros, que podem ser mais de um, o ritual é consumado no meio de todas as pessoas da tribo, com o intuito de validar o sacrifício aos deuses. Apesar de algumas diferenciações ao longo do território a essência do ritual mantem-se e é passada de geração para geração.
Esse hábito da tribo muitas vezes incomoda as tribos vizinhas, geralmente de hábitos mais conservadores, devido ao alto volume e conteúdo de seus cantos e as manifestações corporais de seus membros, muitas vezes provocando o conflito, alguns deles sangrentos, entre as diferentes tribos. Anteriormente esse ritual era visto com maus olhos, hoje ele faz parte das mais diversas celebrações de outras tribos, comprovando a necessidade e eficácia do ritual para o fim a que se presta.

Alunos: Daniel da Rocha
Danielle Rodrigues
Geisiane Gomes
Helenice de Oliveira
Hianna Sette
Tamara Quirino
História 12.1

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Do tempo em que músicas tocavam a alma...


Layla - Eric Clapiton



What will you do when you get lonly
and no one's wainting by your side?
You've been running and hiding much too long
You know it's just your foolish pride

Layla
You've got me on my knees, Layla
I'm begging darling please, Layla
Darling, won't you ease my worried mind

Tried to give you consolation.
When your old man, had let you down.
But like a fool, I fell in love with you.
You turned my whole world upside down.

Layla
You've got me on my knees, Layla
I'm begging darling please, Layla
Darling, won't you ease my worried mind

Make the best of the situation
Before I finally go insane
Please don't say we'll never find a way
Or tell me all my love's in vain

Layla
You've got me on my knees, Layla
I'm begging darling please, Layla
Darling, won't you ease my worried mind


O cão.



        
Num belo domingo de outubro do ano de 2009, acordei ansiosa. Difícil de acreditar que, após longos anos e, diga-se de passagem, uma infância frustrada, eu finalmente iria conhecer meu primeiro cachorro.
Poucas vezes eu, que sempre tive um adorável relacionamento com minha cama nas manhãs de domingo, perdia meu sono e levantava antes das 8 da manhã, salvo em algumas manhãs de corridas de formula 1. Mas nesse dia, como que por um milagre divino, lá estava eu, de pé e pronta para o tão esperado encontro às 7:30hs.
Saímos eu e minha mãe, na saudosa Parati branca ano 93 e, após alguns minutos, chegamos à casa de uma simpática jovem que acolhera em seu lar uma cadela de rua prenha que dera a luz a nem mais nem menos que doze filhotes, dos quais apenas uma era fêmea.
Numa caixa, ao lado da porta da sala, encontramos os 12 amontoados uns aos outros, na tentativa de se aquecerem. Pensei: como escolher o cão certo em meio a tantos filhotes lindos e graciosos? Foi então que eu vi, escondido ao monte que se aproximava de minha mão dentro da caixa, um filhote tímido e encolhido com suas duas manchinhas amarelas sobre os olhos, o pêlo negro como os demais e as patas amarelas e brancas. Peguei-o e, cuidadosamente, trouxe-o para junto do peito e aí, foi amor à primeira vista.
Depois do primeiro encontro veio o dilema: qual será o nome do novo membro da família? A principal imposição da matrona era a de que ele não poderia ter nome de gente, a minha era nada de Totó, Rex ou Dog. Passado as restrições, começamos a pesquisa, que foi desde o panteão egípcio até o nórdico, com as histórias de seus deuses de Asgard e seus banquetes regados a hidro mel. Entre os finalistas elegemos Loki (com uma forte campanha de minha parte).  
Uma semana depois eu o levei para casa. E como foi dolorosa a primeira noite, com aquele chorinho doído de quem sentia saudade da mãe, mas aos poucos graças aos truques de tia Fernanda, a expert em cães da família, as noites em claro se acabaram e com elas, foi-se embora também minhas manhãs de sono aos domingos, já que quando não eram os uivos traduzidos em "vocês me abandonaram aqui fora!" eram o barulho das patas arranhando a porta do meu quarto ou ainda, as investidas sobre a cama na tentativa de lamber meu rosto.
Começaram então, os primeiros ensinamentos: senta, deita, rola, dá a pata, aí não pode, não pule nas visitas. Ah, as maravilhas que um pedaço de pão podem fazer! E com isso, aos poucos, até quem era contra a presença do novo inquilino se rendeu a famosa carinha de cão pidão, que mais tarde conquistaria até mesmo os vizinhos, que elegeram Loki como o cachorro da rua Rio Grande.

O que eu não imaginava, é que ao cuidar desse pequeno ser em desenvolvimento, estaria ao mesmo tempo tratando minhas feridas. Cuidando de voltar a enxergar o mundo com otimismo e aproveitar a felicidade presente em cada momento.  
É curioso como uma bolinha de pêlos consegue causar tamanho rebuliço! E mais curioso ainda, é como essa mesma bolinha é capaz de te fazer relembrar de conceitos antiquados como lealdade e amizade.
Tomando emprestada a fala de Marley e Eu: “Um cão não se importa se você tem a melhor casa ou o carro do ano, para ele um graveto é o suficiente. Dê seu coração a um cão e ele lhe dará o dele. De quantas pessoas você pode dizer isso? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?”.

Obrigada amigo cão, por fazer com que eu me sinta assim...



E se o mundo acabasse hoje?


Vivemos num mundo de aparências, você vale pelo que tem pelo que aparenta não pelo que realmente é. E o curioso é que mesmo os mais “rebeldes” se rendem a isso. Movidos pela necessidade de sobreviver nesse mundo do ter, passamos a fazer o que não temos vontade, a sorrir pra quem não gostamos, a gastar salivas com quem não se importa, a ouvir quem não tem nada a dizer...
E quando nos damos conta, já não sabemos mais quem ou o quê somos. Não há mais aquele brilho no olhar, aquela vontade de mudar o mundo, não há mais sonhos de amor eterno nem sexo que valha a pena. O que importa é o ter aquelas botas Chanel e aquele tênis Nike pra desfilar na balada, os discursos com frases prontas pra impressionar o chefe. Só há o vender a alma pra ter um “sucesso” que nos fazem pensar ser imprescindível para as nossas miseráveis e medíocres vidas vazias.

Mas de repente como num ringue você recebe o golpe de misericórdia, aquele que te leva ao chão sem chances de retorno e em segundos, você vê a vida como num filme, você vê o que foi e o nada em que se tornou, e não há mascaras e aparências que te impeça de estampar a derrota iminente de uma alma que há muito desistiu de lutar.

Já não há mais pessoas para impressionar ou comprar, só você e a verdade que ficou escondida por detrás da mascara por todo esse tempo. E a única coisa que consegue sentir de si mesmo é repulsa.

Nessas horas eu me pergunto: E se o mundo acabasse hoje? Eu poderia dizer que fiz tudo que queria fazer?

Eu poderia dizer que brinquei de pega-pega com os amigos da rua? Que dancei debaixo de chuva? Que fiquei extasiada ao assistir o show da minha banda favorita? Que vibrei com a vitória do meu time do coração? Que me emocionei com aquele filme? Que dei crise de risos com aquela comédia teatral? Eu poderia dizer que fiz a diferença na vida de alguém? Que me permiti amar e ser amada? Que chorei por amor ou pela ausência de alguém amado?

Se o mundo acabasse hoje eu me deleitaria cantando minha musica favorita ao lado dos que fazem a diferença em minha vida. Faria questão de lhes demonstrar o quanto são especiais e únicos.

Se o mundo acabasse hoje eu seria como aquele Jovem Galileu, reuniria meus amigos e inimigos para brindarem os simples momentos e prazeres de outrora, sem me preocupar com o tempo e o que vestir pra tal ocasião. Diria a eles o quanto são importantes em minha vida, beijar-lhes-ia a face e guardaria o semblante de cada um na mente.

Se o mundo acabasse hoje eu diria o EU TE AMO! Há tempos sufocado em meu peito a quem sempre amei em segredo. Saborearia o último beijo como quem saboreia um suculento morango e desejaria que aquele abraço perdurasse por toda eternidade.

Degustaria um bom café com broa de milho e poderia dizer que morreria feliz...

... E Você o que faria se o mundo acabasse hoje?

Bem Vindo!

Caro visitante,


Seja muito bem vindo a esse pequeno espaço que conta um pouco das diversas maneiras de vermos o mundo e experimentarmos o tempo que, para uns é uma maldição, que arrasta nossos melhores anos e, para outros uma dádiva, pois nos ensina a aproveitar e valorizar cada momento.



Sinta-se a vontade para compartilhar suas impressões, de maneira cordial, e sugerir novas abordagens.



Desde já, 



Obrigada por sua contribuição!