Depois da leitura do texto disponível no link abaixo, o resultado é o que segue abaixo... rsrsrsrsrsrs
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O ritual de acasalamento da tribo dos
Acorica
A tribo dos Acorica,
que teve sua cultura proliferada por todo um território, tem sua localização
impossível de demarcar. Entretanto, podemos marcá-la no mapa entre os trópicos
de câncer e capricórnio. Essa tribo tem como seu maior ritual o de
acasalamento: o ápice desse ritual acontece no período da colheita das frutas,
onde são feitos sacrifícios para os deuses que personificam animais, como o
tigre e o cachorro.
Antes da
celebração existe o rito de preparação, homens e mulheres da tribo saem de suas
moradias que podem ser das mais variadas possíveis, em busca de adornos, que os
ajudarão a chamar a atenção dos indivíduos do sexo oposto. As mulheres se
vestem de forma a facilitar o contato com os homens prováveis à aproximação, as
vestes ritualísticas caracterizam-se por pequenas tiras de tecidos variados,
envoltos no quadril e no busto; as demais regiões do corpo são cobertas com
materiais de propriedade brilhante. Elas têm grande apreço por seus cabelos,
pois acham que deles advém à força, suas unhas também apresentam grande
comprimento e são cuidadosamente pintadas com cores fortes e chamativas. Seus
pés são ornados com calçados que contem elevações que podem variar em formatos,
como as plataformas, meia-patas e salto agulha. Seus rostos são pintados também
com cores fortes... Isso tudo para agradar os prováveis parceiros.
Estes últimos
também têm vestes especiais para a celebração. Estas cobrem mais o corpo:
calçados de alto valor, geralmente adquiridos de forma ilícita, já demonstrando
sua tentativa de demarcação de território, usam também adornos brilhantes,
correntes enormes em volta do pescoço e dos braços, ornamentos para cabeça que
apresentam aba reta, os tecidos, ao contrário das mulheres, são usados em
demasia e dispostos em duas peças: uma que cobre o tronco e outra abaixo da
cintura, nunca se esquecendo de mostrar a parte interna das vestes.
Além dos
homens e mulheres, indivíduos de espírito invertido são bem vindos à
celebração, adorando um deus diferente, que é a personificação de uma lacraia.
Entre eles também acontece um ritual semelhante ao acasalamento, entretanto
enquanto para os homens e mulheres o objetivo principal do ritual é a
procriação, esses indivíduos tem o propósito de ter uma experiência mística.
A
diferenciação da tribo acontece pela posse de bens, com ênfase em meios que
facilitam a locomoção e também com armas para sua suposta proteção. Quanto mais posses, maiores as chances de
atrair a parceira. A iniciação aos ritos da tribo acontecem cada vez mais cedo,
através de ávida necessidade de procriação e de alcançar experiências místicas.
O linguajar da tribo não muda durante a celebração, ele é composto por palavras
metafóricas presentes no dia-a-dia dos indivíduos.
A celebração
inicia-se com a apresentação do sacerdote, que começa a entoar cantos
ritualísticos seguidos pelos restantes dos membros, incitando as beberagens e estimulando
as danças, que são o ponto alto da festa: as mulheres geralmente contorcem-se
até o chão, em uma espécie de êxtase, enquanto os homens servem de apoio e com
isso, se ocorrer compatibilidade entre os parceiros, que podem ser mais de um,
o ritual é consumado no meio de todas as pessoas da tribo, com o intuito de
validar o sacrifício aos deuses. Apesar de algumas diferenciações ao longo do
território a essência do ritual mantem-se e é passada de geração para geração.
Esse hábito da
tribo muitas vezes incomoda as tribos vizinhas, geralmente de hábitos mais
conservadores, devido ao alto volume e conteúdo de seus cantos e as
manifestações corporais de seus membros, muitas vezes provocando o conflito,
alguns deles sangrentos, entre as diferentes tribos. Anteriormente esse ritual
era visto com maus olhos, hoje ele faz parte das mais diversas celebrações de
outras tribos, comprovando a necessidade e eficácia do ritual para o fim a que
se presta.
Alunos: Daniel
da Rocha
Danielle Rodrigues
Geisiane Gomes
Helenice de Oliveira
Hianna Sette
Tamara Quirino
História 12.1