Fragmentos de uma alma que busca aprender com tempo.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Foi isso que saiu de uma aula de Introdução às Ciências Sociais

Depois da leitura do texto disponível no link abaixo, o resultado é o que segue abaixo... rsrsrsrsrsrs

http://comunicacaoeesporte.files.wordpress.com/2011/03/nacirema.pdf



O ritual de acasalamento da tribo dos Acorica

A tribo dos Acorica, que teve sua cultura proliferada por todo um território, tem sua localização impossível de demarcar. Entretanto, podemos marcá-la no mapa entre os trópicos de câncer e capricórnio. Essa tribo tem como seu maior ritual o de acasalamento: o ápice desse ritual acontece no período da colheita das frutas, onde são feitos sacrifícios para os deuses que personificam animais, como o tigre e o cachorro.
Antes da celebração existe o rito de preparação, homens e mulheres da tribo saem de suas moradias que podem ser das mais variadas possíveis, em busca de adornos, que os ajudarão a chamar a atenção dos indivíduos do sexo oposto. As mulheres se vestem de forma a facilitar o contato com os homens prováveis à aproximação, as vestes ritualísticas caracterizam-se por pequenas tiras de tecidos variados, envoltos no quadril e no busto; as demais regiões do corpo são cobertas com materiais de propriedade brilhante. Elas têm grande apreço por seus cabelos, pois acham que deles advém à força, suas unhas também apresentam grande comprimento e são cuidadosamente pintadas com cores fortes e chamativas. Seus pés são ornados com calçados que contem elevações que podem variar em formatos, como as plataformas, meia-patas e salto agulha. Seus rostos são pintados também com cores fortes... Isso tudo para agradar os prováveis parceiros.
Estes últimos também têm vestes especiais para a celebração. Estas cobrem mais o corpo: calçados de alto valor, geralmente adquiridos de forma ilícita, já demonstrando sua tentativa de demarcação de território, usam também adornos brilhantes, correntes enormes em volta do pescoço e dos braços, ornamentos para cabeça que apresentam aba reta, os tecidos, ao contrário das mulheres, são usados em demasia e dispostos em duas peças: uma que cobre o tronco e outra abaixo da cintura, nunca se esquecendo de mostrar a parte interna das vestes.
Além dos homens e mulheres, indivíduos de espírito invertido são bem vindos à celebração, adorando um deus diferente, que é a personificação de uma lacraia. Entre eles também acontece um ritual semelhante ao acasalamento, entretanto enquanto para os homens e mulheres o objetivo principal do ritual é a procriação, esses indivíduos tem o propósito de ter uma experiência mística.
A diferenciação da tribo acontece pela posse de bens, com ênfase em meios que facilitam a locomoção e também com armas para sua suposta proteção.  Quanto mais posses, maiores as chances de atrair a parceira. A iniciação aos ritos da tribo acontecem cada vez mais cedo, através de ávida necessidade de procriação e de alcançar experiências místicas. O linguajar da tribo não muda durante a celebração, ele é composto por palavras metafóricas presentes no dia-a-dia dos indivíduos.
A celebração inicia-se com a apresentação do sacerdote, que começa a entoar cantos ritualísticos seguidos pelos restantes dos membros, incitando as beberagens e estimulando as danças, que são o ponto alto da festa: as mulheres geralmente contorcem-se até o chão, em uma espécie de êxtase, enquanto os homens servem de apoio e com isso, se ocorrer compatibilidade entre os parceiros, que podem ser mais de um, o ritual é consumado no meio de todas as pessoas da tribo, com o intuito de validar o sacrifício aos deuses. Apesar de algumas diferenciações ao longo do território a essência do ritual mantem-se e é passada de geração para geração.
Esse hábito da tribo muitas vezes incomoda as tribos vizinhas, geralmente de hábitos mais conservadores, devido ao alto volume e conteúdo de seus cantos e as manifestações corporais de seus membros, muitas vezes provocando o conflito, alguns deles sangrentos, entre as diferentes tribos. Anteriormente esse ritual era visto com maus olhos, hoje ele faz parte das mais diversas celebrações de outras tribos, comprovando a necessidade e eficácia do ritual para o fim a que se presta.

Alunos: Daniel da Rocha
Danielle Rodrigues
Geisiane Gomes
Helenice de Oliveira
Hianna Sette
Tamara Quirino
História 12.1

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